A Verdade Ignorada Por Trás da “Atitude de Dono”

Que Faculdade ou MBA nenhum te ensina

Caro comandante,

Está frustrado por viver apagando incêndios, pois os seus funcionários não fizeram o que deveria ser feito da forma como você pediu?

A sua empresa e seus funcionários dependem 100% de você para funcionar?  

Essas coisas te deixam aborrecido…  

E eu te entendo perfeitamente.  

Me lembro de uma época em que tudo o que eu queria é que quando chegasse no final do dia, meus funcionários tivessem feito a porcaria das coisas que eu pedi para eles fazerem.  

E uma das coisas que eu aprendi, naquela época, é que ser dono de uma empresa requer um certo jogo de cintura, que não se ensina na faculdade.  

Ter atitude de dono não é uma competência que se ensina em pós-graduações, MBA e por aí vai.  

É construída no campo de batalha…  

E pode ser adquirida através do aprendizado com outros comandantes de empresas, que aprenderam com as experiências em campo de batalha.  

Mas…

Quando você sabe que tem atitude de dono?

– Quando você tem uma visão muito clara do que se quer atingir no futuro;

– No momento que se tem uma visão muito clara do que se quer atingir no futuro;

– E quando há uma visão muito clara do que se quer atingir no futuro;

Resumindo, não acredito em sorte, eu acredito em meta, plano de ação e execução.  

Se você não faz tudo isso que eu falei, CALMA!  

Nós vamos te ajudar!  

Habilidades como atitude de dono podem ser treinadas e desenvolvidas.  

Vamos explicar mais para frente o caminho para se ter atitudes de dono.  

Porque agora eu quero te fazer uma pergunta, e gostaria muito que você refletisse sobre a resposta que você vai dar.  

A pergunta é a seguinte:

Você está sendo o Empreendedor, o Administrador ou o Técnico na sua empresa?

Vou te dar um tempo para pensar.  

…  

…  

…  

Conseguiu responder?  

Se não conseguiu, não tem problema. Entendo perfeitamente.  

Sabe por quê?  

Ninguém ensina que nós, seres humanos, temos personalidades dentro de nós mesmos.  

E muito menos que é comum ter confusão entre essas personalidades.  

Até porque elas têm estilos de vida, necessidades e desejos diferentes.  

E adivinha: isso TAMBÉM acontece dentro de todo pequeno empresário.  

Para ser mais preciso, acontece batalhas internas entre três personalidades bem distintas:

O Empreendedor, o Administrador e o Técnico.

Vou explicar cada uma delas, para você entender melhor.

O Empreendedor

Essa personalidade vive em um tempo diferente: ele vive no futuro.  

É a nossa personalidade visionária, criativa e estrategista.  

O Empreendedor cria novos mercados, ou cria novas maneiras de entrar em mercados já existentes. 

Ele anseia por mudanças…  

É inquieto, inconformado e transforma as condições mais banais em oportunidades incrivelmente únicas.  

Resumindo, é a nossa personalidade sonhadora!  

Porém…  

É solitário.  

Ele sente a necessidade de mudança… e a acompanha.  

Só que as pessoas ao seu redor não conseguem acompanhá-lo na mesma velocidade.  

E isso causa uma bagunça, que só vendo.  

Para piorar: como ele cresce com as mudanças e essas acontecem a todo vapor, ele quer que as pessoas ao redor acompanhem na velocidade DELE.  

A confusão começa aí.  

Ele vê oportunidades que o mundo oferece, mas as pessoas são lentas em seu olhar.  

É aí que mora o problema do Empreendedor: como aproveitar esses momentos únicos de maneira tão rápida, se a sua equipe não está no mesmo ritmo?  

Até porque o que o Empreendedor quer, é alcançar seus sonhos.  

E está disposto a fazer qualquer coisa, só para realizar as mudanças que ele quer.  

Mas o caminho que ele percorre vai para outra direção, e ele nem percebe…  

Pois está focado demais no futuro, no que quer alcançar, e acaba deixando várias pontas soltas.  

É preciso planejamento para saber como vai alcançar esses sonhos.  

E aí vamos entrar na segunda personalidade:

O Administrador

Adivinha quem vive arrumando a bagunça que o Empreendedor faz?

O Administrador.

Essa personalidade é aquela que organiza as coisas em caixas organizadoras, todas etiquetadas.

Até separa os itens por cor e tamanho!

É aquela pessoa que chega no escritório e, se a mesa estiver bagunçada, só começa a trabalhar quando termina de organizá-la.

A personalidade do Administrador vive buscando pôr ordem nas coisas.

Planeja tudo, para evitar erros que já foram cometidos.

O tempo em que ele vive, é no passado.

Posso até dizer que enquanto o Empreendedor busca crescer nas mudanças, o Administrador se agarra à sua reputação.

O status quo é a sua métrica de sucesso.

Paragmático é a palavra que define o Administrador.

O Administrador constrói uma casa e vive nela pelo resto de sua vida..

O Empreendedor não: assim que ele termina a sua casa, ele já está planejando a próxima que irá construir!

Lembrou de alguma pessoa, não é?

Então, vamos para a terceira personalidade!

A que talvez mais cause problemas aos pequenos empresários:

O Técnico

Sabe quando falei que o Empreendedor vive no futuro,  

e o Administrador vive no passado?  

Então, o Técnico vive no presente.  

Ele é quem faz tudo acontecer!  

Sabe aquela pessoa que diz: “Se quer bem feito, faça você mesmo.”?  

O Técnico é a personalidade que acredita cegamente nessa crença.  

Ele gosta de saber que as tarefas estão sendo cumpridas, e por isso gosta de ter o que fazer.  

Se o Técnico não fizesse…  

Ninguém faria.  

Se a gente for parar para pensar, o ideal seria:

– O Empreendedor enxergar as oportunidades e traçar as metas;

– O Administrador traçar o planejamento a ser seguido;

– E o Técnico executar os planos de ações.

Mas a realidade é outra.  

Inclusive, eu passei por isso.  

E aí você me pergunta:

“Mas Marcelo, como você desenvolveu atitude de dono?”

Para te contextualizar, vou começar a contar de quando eu tomei consciência da minha situação.  

Eu iniciei meus empreendimentos como Empreendedor,  

Mas deixei o Técnico assumir o comando da minha empresa.  

E para ter uma empresa que funcione bem sem ter que depender 100% de você, é preciso equilíbrio entre essas três personalidades.  

Só que pouquíssimas pessoas que chegam ao mundo dos negócios, tem esse equilíbrio.  

A grande maioria é: 10% Empreendedor, 20% Administrador e 70% Técnico.  

Eu sou a prova disso.  

Teve uma época em que eu saia de casa e minha filha ficava dormindo.  

E quando eu voltava da empresa…  

Ela já estava dormindo.  

Comecei, então, a questionar tudo o que eu estava fazendo.  

A empresa não andava se eu não estivesse ali, apagando os incêndios.  

Pior: eu pagava os funcionários para fazer as tarefas que, no fim das contas, eu quem acabava fazendo.  

E aí, eu percebi que havia algo de errado.  

Quando eu abri a empresa, eu sonhava em ver ela crescendo, e também em poder trabalhar menos horas que um emprego CLT.  

Eu queria ter tempo de qualidade com minha família, e tempo para mim mesmo.  

Mas estava no caminho errado.  

Eu comecei o negócio com a personalidade Empreendedora, mas o curso do negócio estava sendo comandado pelo Técnico.  

É o Técnico quem assume tudo, e que acaba gerando o sentimento de raiva e aborrecimento, por não estar acontecendo o que sonhamos.

O Administrador só aparecia para dar um “oi” vez ou outra.  

Até porque o Técnico detesta o sistema de resultados em que o Administrador sustenta seu trabalho.  

Isso porque o Administrador vê o Técnico apenas como um componente de seu sistema…  

E o Técnico é um individualista implacável, e vê o sistema do Administrador como algo “desumano”, que fere a sua individualidade.  

Para o Técnico, o Administrador é um intrometido. Por isso ele mal aparece.  

No momento em que percebi essa confusão entre as três personalidades, eu me liguei em como deveria ser o equilíbrio.  

Não é que você vai eliminar algum deles, mas é preciso deixar claro quando e onde cada personalidade vai entrar em jogo.  

O Empreendedor tem que ter a liberdade para desbravar novos territórios,  

Enquanto o Administrador cria e sustenta os pilares das operações, de todo o pessoal,  

E o Técnico se apropria e executa os procedimentos que cabe a ele.  

Quando eu me liguei nisso, eu fui atrás de estabelecer um equilíbrio.  

Daí começou uma nova jornada:  

Criação de planejamentos estratégicos, planos de ações, executar os planos de ações, alinhar o pessoal com os valores da empresa, implantar código de cultura…  

E fiz uma mentoria com o Michael Gerber, que é o autor do livro “O Mito do Empreendedor”, onde é abordado todos esses assuntos que eu falei até aqui.  

Tudo começou a se encaixar.  

Comecei a construir planos de ações e planejamentos estratégicos com o pessoal, definindo também o papel e a missão de cada um na empresa.  

Todos os planejamentos começaram a se alinhar para que toda a empresa atingisse os objetivos.  

E, de quebra, comecei a executar apenas as tarefas que cabiam a mim.  

A clareza que tudo isso me proporcionou me fez conquistar, aos poucos, os sonhos que eu tanto queria.  

Hoje, eu tenho quatro empresas, com o total de mais de 150 colaboradores.  

Eu desenvolvi, no meio desse percurso, um método que faz as minhas empresas e dos meus clientes serem autogerenciáveis.  

Esse método me obrigou a desenvolver postura e atitudes de dono.  

Hoje eu afirmo, com certeza para você, que o primeiro passo nessa caminhada é tomar consciência do caos em que você vive.  

O objetivo dessa conversa é tornar mais clara algumas confusões que eu sei, por experiência própria, que você está passando.  

Agora que você sabe a verdade complexa que existe por trás de se ter a atitude de dono…  

Você pode traçar melhor seu caminho, e conquistar tudo o que você mais queria, quando iniciou sua empresa.  

E se depois dessa nossa conversa você tiver interesse em conhecer os métodos para gerenciar melhor sua equipe e tomar a postura de dono, tenho uma boa notícia para você!  

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